ARTE…

16 08 2006

A minha escrita é o meu pensar; meu desabafo; minha porta de comunicação com o mundo. Ninguém deveria viver sem a ARTE – oh, a ARTE! Só ela modifica; só ela transforma. Escrever, é a minha modesta arte; meu humilde mundo. Ainda estou no início nesta caminhada e, a cada passo que dou, adentrando mais neste novo UNIVERSO mágico, me fascino; a arte é linda, bela, pura, encantadora. Estou enamorado por ela; a sensção é ótima!

A ARTE me trouxe liberdade, me amadureceu, me mostrou que sou melhor do que dizem eu ser. Ela foi e é minha companheira, minha amiga; até nas horas difíceis! Nela eu me confidencio; me entrego; posso ser eu mesmo. Não preciso me preocupar com o que vão julgar; pois arte não se julga, se aprecia; se sente. Sim, arte é sentimento; e DEMAIS!!!

Posso não ter conseguido modificar o mundo de todos os mais próximos, mas consegui moldar completamente o meu. Mesmo acordando sem um “bom dia” ou um “eu te amo”; hoje sou FELIZ. Mesmo longe de várias pessoas que amo; sou FELIZ. Mesmo com todos os desafios, dificuldades; acertos, erros; mesmo com todas as rasteiras que tomei; mesmo… mesmo… mesmo… FELIZ!

A ARTE me acorda; a arte me destrai; me acomoda; me artifica; me torna capaz; a ARTE me leva, me deixa, tanto faz; com rima, sem rima; com palavras ou olhares; sem amor, com tesão; com amor, sem paixão; no chão, no fundo; no teto, no ápice; no longuinqüo, no distante, no além; no céu, no inferno, na terra, no mar; te encontrando, te superando, ME superando, ME encontrando… A ARTE ME LIBERTA!!!

Simplesmente,

Vinícius Alves

16.08.2006

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CONFUSÃO… (PÁRA…)

16 08 2006

Sento-me! Fico questionando de que vale isto tudo que vivo! De que velem os amigos, os amores, as paixões, os amantes ou sofredores! De que vale a mentira, a enganação! Milhões de (só)risos; de corações. Da mesma boca, a tristeza se usa para externar-se. O dobro são de olhares; frios ? apaixonados ? quentes ? sequelados ? SIMULADOS ? Já não sei responder; já não sei me responder. Quero, não quero, quero! Estou confuso; indeciso. Fiz, não fiz, fiz. Estou… eu acho que estou… arrependido ? Talvez! Mas por quê ? Pelo o quê ? Fiz tanto; agora nem mais duvido. A grande charada é: FIZ BEM ? FIZ MAL ? Fiz; agora já foi! Não há tempo para arrependimentos, desconsolos; lamento! A vida é realmente uma roda gigante; infelizmente, agora eu sei.

Horas; passam e as respostas não chegam. Não entendo! Penso, reflito; nada! Tento, insisto; nada! “De que vale isto tudo ?” – continua no vago, no vácuo, sem resposta. Até quando ? Até onde ?

Estou nervoso, agitado ? Não sei! Sinto, não sinto, sinto. Confusão; valores; distorção! Chega! Pára! É loucura, enganação, não me leva a nada; não me aumenta em nada, tão pouco diminui. Só me paralisa, me atrasa. Eu penso que… eu penso… eu penso ? Eu sinto de; que; para… para… para… PÁRA!!!

Simplesmente,

Vinícius Alves

Made – 15.08.2006 – 16:31h