Velhos escritos velhos…

24 02 2007

Escrito em 09/09/2006 por mim:
O sorriso nem sempre significa a felicidade… A lágrima nem sempre significa a tristeza… A solidão é de quem a escolhe, de quem a deixa entrar e ficar… A saudade vem e vai; o carinho e as lembranças ficam para todo o sempre…

Escrito em 10/09/2006 por mim:
Ontem a noite estava fria… Tão fria quanto você… Gelada, impraticável!!! Senti calafrios; dor ? Saí, me diverti, pensei em ti, mas logo esqueci… Quanta rima chata, coisa de menino. Sim, menino, talvez o fui!!! Pela noite, na cama voltei a lembrar. De quê ? De quem ? Por quê ? Por que logo você ? Por quê ? Por quê ? Por quê ?!

Escrito em 13/09/2006 por mim:
LUA…

A cada noite uma face; a cada noite um mistério; a cada noite uma beleza!

Escrito em 14/09/2006 por mim:
TV; aparelho… Almofada; encosto… Ambiente; aconchego… Pensamento; VOCÊ!!!

Trecho escrito em 01/10/2006 por mim, texto “POR QUE NÃO RECOMEÇAR ?”:
Não quero falar aqui o que depois vou me arrepender. Não quer fazer e me arrepender. Quero TER, TER e TER. Sou capitalista até no amor, na paixão, na azaração. Sou bravo, sou forte, mas sou filho do NORDESTE; e com orgulho. Peito malandro, embrulho político. Engano você, conquisto teu mundo. Saiu correndo, gritando: sou LOUCO! Sou LOUCO! Sou louco, mas AMO. Alguém me segura, me socorre, me ampara… Olho, lá no fundo, vejo… Quem ?

Trecho escrito em 03/10/2006 por mim, texto “Olhos…”:
Parti, segui, fugi ? Não sei! Me deixei ali, me larguei ali; te encontrei ali e ali também te possuí… Olho no olho te olhei com um olhar diferente… Voltemos aos olhos; olhos puros, olhos doces, de vivências, de sabores; alegrias e tristezas; conversas e boemias; questionável; irônico — diria!

Escrito em 24/10/2006 por mim:
Sou um enigma da vida… Um enigma intraduzível… Simplesmente aceite-o! Simplesmente me aceite!

Aprenda a me ler!

Simplesmente,

Vinícius Alves.

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Questionaveis…

23 02 2007

Meus questionamentos não param
Meus amores não param
Meus questionamentos não param
Meus calores não param

Meus questionamentos não param
Meus universos não param
Meus questionamentos não param
Meus sentimentos não param

Meus questionamentos não param
Meus delírios não param
Meus questionamentos não param
Meus rabiscos não param

Meus questionamentos não param
Meus sabores não param
Meus questionamentos não param
Meus odores não param

Meus questionamentos não param
Meus raciocínios não param
Meus questionamentos não param
Meus neurônios não param

Meus questionamentos não param
Meus jeitos não param
Meus questionamentos não param
Meus conceitos não param

Meus questionamentos não param
Meus interesses não param
Meus questionamentos não param
Meus anseios não param

Meus questionamentos não param
Meus dias não param
Meus questionamentos não param
Meus anos não param

Meus questionamentos não param
Meus questionamentos não param!!!
Meus questionamentos, não!!!
Meus questionamentos…
Meus questionamentos…
NÃO PARARÃO!





SINAIS…

12 02 2007

Se era jovem eu realmente não sei — vírgula — mas tinha uma atitude jovial — vírgula — daquelas raras em pessoa com mais de 30 anos — ponto — Sua experiência era vista e vivida em sua face — vírgula — não única e exclusivamente pelas marcas dela — vírgula — mas pelo amadurecimento da tua pele — ponto —

Exalava uma segurança tamanha — vírgula — indescritível em meras palavras de tal rascunho — ponto — Na verdade — vírgula — nem sei para qual motivo eu estou a fazer tal rascunho — ponto — Começar uma descritiva e voltar ao meu egocentrismo estérico-literário é algo comum de fazer — ponto — Não sei se correto — ponto — Não sei se belo — ponto — Não sei se confuso — ponto — Só sei que o fiz — ponto — E ponto — exclamação —

O motivo de o fazê-lo — vírgula — de eu ainda rabiscar — vígular — talvez seja tão confuso quanto ler — vírgula — e se importar — vírgula — com os sinais de pontuar.

Aprenda a me ler — exclamação —

Simplesmente — vírgula —

Vinícius Alves — ponto —





ESCREVER…

7 02 2007

Preciso voltar a escrever… Preciso voltar a me ser… Preciso voltar a compor… Preciso voltar me por… Me superar… Me alcançar… Me desejar!

Alguém me ama ? Para que isso ? Amor é forte demais… Amor é fraco demais…

O poeta morreu ? Não, apenas adormeceu… E agora surge das cinzas como um Fenix.
O poeta voltou ? Sim, assim como uma flor… Que se renova a cada amanhecer.
O poeta amou ? Talvez, agora não mais importa… O poeta só quer viver.

Impressiono-me, deslumbro-me, escrevo-me… Descrever-me, como o faço às vezes aqui, não é mera tolice e nem limitação; é necessidade! Sempre estou me renovando… Sempre estou me (d)escrevendo de novo e novo.

Alterno-me no ego… Expresso-me nas palavras que outrora eram belas, agora, frias, diferentes.
Valeu a pena ? [“Ê ê”] Acho que valeu…

A pausa acabou… O playground fechou… É hora de estender as mangas, estralar os dedos e voltar a escrever…


Aprenda a me ler
!

Simplesmente,

Vinícius Alves