Viver

31 03 2008

“Let me take you down
´Cause I´m going to
Strawberry Fields
Nothing is real
And nothing to get hung about”

Quero sumir por um tempo!
Quero aparecer por uns dias!
Não tenho nada a falar…
só a viver…
Viver!
Algumas pessoas jamais conheceram o que significa viver… ou viver tem seus multiplos significados, significâncias, signos…
Viver é algo tão subjetivo assim?
Viver! Vi ver… Vim ver no que dá…
Vou ver no que dá…
Viver! Apenas! Viver!

“Let me take you down
´Cause I´m going to
Strawberry Fields
Nothing is real
And nothing to get hung about”

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Idiotas…

29 03 2008

Recolhi tudo que é meu… estou indo embora.
Não quero deixar marcas
nem rastros, ou registros escritos
de que por ali passei…

Não gosto e não costumo me relacionar com os que se entitulam: idiotas.

Um idiota não merece a minha tristeza, nem o meu tempo…

Estou impaciente hoje!





Amarras…

24 03 2008

Me sinto preso por amarras invisíveis das quais não consigo me livrar…
não sei se quero me livrar…
nao sei como posso me livrar…

tenho medo de me livrar e perder a chance pra sempre…
tenho medo de me livrar e perder…

encontrei a pessoa certa, no tempo e no espaço errados, e não sei o que fazer!

tenho medo, muito medo…
e não é de ficar só comigo,
é de ficar só mesmo estando com alguém,
que não é a pessoa…

porque ainda tenho vontade,
ainda tenho esperança,
ainda crio expectativa,
ainda quero muito…

nao sei se vai dar certo,
mas sei que quero tentar ainda…

Você, A Pessoa, me ajude:
ou cortando as amarras de uma vez por todas em um corte seco e definitivo,
ou diminuindo a distância e acalmando o medo e o coração de quem gosta o suficiente para ter um inquietude na alma…

talvez em outras proporções seja o mesmo que você sente,
o mesmo que você viveu…
mas suas amarras já foram cortadas,
as minhas não!





Você acredita no amor?

21 03 2008

Minha primeira produção audiovisual:

Comentem!





Expectativa…

17 03 2008

No dicionário:
esperança baseada em supostos direitos, probabilidades ou promessas;
esperança;
probabilidade;
expectação.






Quero, mas não posso…
Tenho medo de falar, de conversar, de encontrar… medo de alimentar mais expectativas que inevitavelmente se formam… no sentido de probabilidades, de esperança…
Te quero e ponto. Você vai viver sabendo isso. Você não pode e ponto. Eu vou viver sabendo isso.
Com tempo as expectativas talvez sumam ou diminuam… E no final disso, quando tudo ‘acabar’, não houver mais gotas de expectativas [de esperança], aí sim pediremos a conta… e só assim será possível ver quanto deu pra cada parte.
Espero que nenhum de nós pague muito caro!






“Vou mostrando como sou e vou sendo como posso. Jogando meu corpo no mundo, andando por todos os cantos.

E pela lei natural dos encontros, eu deixo e recebo um tanto. E passo aos olhos nus ou vestidos de lunetas.

Passado, presente, participo sendo o mistério do planeta.”
[Mistério do Planeta – Novos Baianos]





RF [3]

16 03 2008

Você está por aí, onde eu não consigo chegar…

de nada adianta…






Codinome Beija-Flor – Cazuza, Reinaldo Arias e Ezequiel Neves

Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou…

Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarzinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor

Eu protegi o teu nome por amor
Em um codinome, Beija-flor
Não responda nunca, meu amor
Pra qualquer um na rua, Beija-flor

Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador

Você sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Prendia o choro e aguava o bom do amor





Passou!

15 03 2008

Ralador – Roque Ferreira e Paulo César Pinheiro

Pra dor de amor, eu não faço sala
Amor me deixa, outro amor me embala
Eu sou um coco que seu ralador não rala
A tristeza quando chega
Se deixar, ela se instala
Se ela vê peito vazio
Quer fazer festa de gala, ê
Mas comigo não tem jeito
Ela nem desfaz a mala
Que um amor quando me deixa, sinhô
Tem outro em ponto de bala
A tristeza a gente sente
Quando o seu chicote estala
Se ela vê sinal de pranto
Lambe o beiço e se regala
Mas meu peito não se curva
À bota, tacão, bengala
Meu amor que é de quilombo (iáiá, kekerê, iê, iê)
Não se prende em dor de senzala